Pastoral // Conselho Nacional em Bragança Por: / Secção: Igreja / 09-07-2009 Imprimir Enviar a um amigo
Acção Católica Rural na luta contra a criseBragança acolheu o encontro anual do Conselho Nacional da Acção Católica Rural (ACR). Esta reunião teve como finalidade fazer um balanço dos trabalhos realizados ao longo do ano, debater as principais preocupações e também projectar actividades futuras. Um dos principais objectivos do encontro é a revitalização das equipas de base que neste momento estão algo enfraquecidas.
Nos passados dias 4 e 5 de Julho, cerca de sete dezenas de membros da ACR das várias dioceses reuniram-se no Seminário de S. José de Bragança num encontro marcado pelo assistente diocesano, o P. José António Machado; o assistente nacional, P. Querubim e a Presidente Nacional, Ângela Almeida.
O P. Querubim, assistente nacional, afirmou que este Conselho é uma ocasião de avaliar e projectar o trabalho para os próximos anos. O assistente sublinhou ainda duas questões; primeiro, salientou o contributo que a ACR pode dar na educação das pessoas para, face à crise, procurarem soluções com estilos de vida sóbrios. E em segundo lugar, o P. Querubim destaca a importância da ACR a nível eclesial, dar o seu contributo e assistência a novos movimentos da Igreja. O assistente nacional destacou, ainda, o trabalho da ACR em quatro eixos importantíssimos na vida quotidiana: económico, social, cultural e religioso.
Ângela Almeida, presidente nacional, destacou a aposta da ACR em enfrentar a crise, sensibilizando e preparando as pessoas para o seu dia a dia. A responsável deu o exemplo de um projecto que está em grande desenvolvimento denominado de “Economia Doméstica”. Aí a ACR faz reflectir as pessoas para a necessidade de poupança e ensinar novas técnicas de como poupar. Ângela Almeida admite que a ACR é agora diferente de outrora. “Era um movimento de massas agora somos um movimento de fermento”, referiu. A presidente nacional falou ainda da ACR de Bragança afirmando que agora começam a aparecer alguns jovens. “Neste momento vêem-se sinais de esperança e já vai iniciar-se um grupo juvenil”.
Luís Reis é um dos representantes dos jovens da diocese e afirma a necessidade de fazer actividades cativantes e dinâmicas que vão ao encontro das necessidades e dos gostos dos jovens. Este jovem considera que é necessário mostrar um Cristo jovem para que os mais novos se identifiquem. Luís Reis lembrou ainda o saudoso Papa João Paulo II e a célebre expressão: “A Igreja será jovem quando os jovens forem Igreja”.

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